Relatos Disponíveis
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Bem, vos falo, que isolo, acreditem, a grade me contata, e assim, salto, esqueço que, outdoors me esperam, mas desconheço aqueles nomes, é que é frequente, e me estraçalho, pensando estar ainda atrás da grade, mas não não ó Angústias, fugi com meus amigos, meus amigos já deformados, de tanta evolução e sexo libertos.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A casa se ilumina com a luz fraca solar, e eu desço as escadas...Há três coisas que meus braços carregam, nenhuma delas me entrega a você. Fico eu, as sombras e a tua não presença.
Estou presa a terra por algemas de razões, mas nenhuma some com o saber do meu fim.
Ontem garanti um espaço entre nós, mas a noite veio e eu pude finalmente sentir teu corpo por um tempo, tempo que foi perdido na minha, e somente minha, noção.
Culpa minha se num reencontro, (o coração) só lembrou quanto tempo poderia ficar perdido em você.
Sou a terra descoberta, a vista que se aproxima, o beijo apreciado e cotado, a exploração proibida, recheada de interesses. Dependo da nossa subsistência, mas pediram muito a mim...Não possuo garantia nenhuma.
Quero que tua mente se amacie no magnífico anagrama. Só se afaste um pouco, meus olhos; antes hipnotizantes; não alcançam longe.
Talvez só uma expressão sussurraria a verdade na progressão daquele beijo. Afastarei meus cantos, pois os teus quase não os tenho, e chorar agora e naquele passado momento, vai ser e seria apelação.
Me tornarei estrela, recusarei o brilho. Nada mais aprova a bondade da observação.
Nunca deixará de ser Boa noite.
Estou presa a terra por algemas de razões, mas nenhuma some com o saber do meu fim.
Ontem garanti um espaço entre nós, mas a noite veio e eu pude finalmente sentir teu corpo por um tempo, tempo que foi perdido na minha, e somente minha, noção.
Culpa minha se num reencontro, (o coração) só lembrou quanto tempo poderia ficar perdido em você.
Sou a terra descoberta, a vista que se aproxima, o beijo apreciado e cotado, a exploração proibida, recheada de interesses. Dependo da nossa subsistência, mas pediram muito a mim...Não possuo garantia nenhuma.
Quero que tua mente se amacie no magnífico anagrama. Só se afaste um pouco, meus olhos; antes hipnotizantes; não alcançam longe.
Talvez só uma expressão sussurraria a verdade na progressão daquele beijo. Afastarei meus cantos, pois os teus quase não os tenho, e chorar agora e naquele passado momento, vai ser e seria apelação.
Me tornarei estrela, recusarei o brilho. Nada mais aprova a bondade da observação.
Nunca deixará de ser Boa noite.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Eu não sei quando eu vou aprender a fazer café, gostoso, e também não sei quando vou deixar de ouvir: -Poxa, é fácil, duas colheres de pó, água e açúcar...
Duas colheres sempre? Independente da quantidade de água?
Eu não quero procurar no google.
Porque açúcar? Açúcar não! Só quando eu tomo cinco xícaras de café e o resultado inverte, dá sono, aí sim o açúcar entra no conto de fadas.
Duas colheres sempre? Independente da quantidade de água?
Eu não quero procurar no google.
Porque açúcar? Açúcar não! Só quando eu tomo cinco xícaras de café e o resultado inverte, dá sono, aí sim o açúcar entra no conto de fadas.
É assim, estou me apossando, uma hora vão ter de me ceder espaço.
Garotas, vocês gostariam disso aqui, mas minha mente anda mais rápida que minhas explicações.
Claro que não vai adiantar, se eu não imaginar o piano, os dedos pálidos e o show de certos alguéns; só reconheço que isso se torna mesmo sem querer um ato egoísta.
Não é o intuito, não é.
Garotas, vocês gostariam disso aqui, mas minha mente anda mais rápida que minhas explicações.
Claro que não vai adiantar, se eu não imaginar o piano, os dedos pálidos e o show de certos alguéns; só reconheço que isso se torna mesmo sem querer um ato egoísta.
Não é o intuito, não é.
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