A casa se ilumina com a luz fraca solar, e eu desço as escadas...Há três coisas que meus braços carregam, nenhuma delas me entrega a você. Fico eu, as sombras e a tua não presença.
Estou presa a terra por algemas de razões, mas nenhuma some com o saber do meu fim.
Ontem garanti um espaço entre nós, mas a noite veio e eu pude finalmente sentir teu corpo por um tempo, tempo que foi perdido na minha, e somente minha, noção.
Culpa minha se num reencontro, (o coração) só lembrou quanto tempo poderia ficar perdido em você.
Sou a terra descoberta, a vista que se aproxima, o beijo apreciado e cotado, a exploração proibida, recheada de interesses. Dependo da nossa subsistência, mas pediram muito a mim...Não possuo garantia nenhuma.
Quero que tua mente se amacie no magnífico anagrama. Só se afaste um pouco, meus olhos; antes hipnotizantes; não alcançam longe.
Talvez só uma expressão sussurraria a verdade na progressão daquele beijo. Afastarei meus cantos, pois os teus quase não os tenho, e chorar agora e naquele passado momento, vai ser e seria apelação.
Me tornarei estrela, recusarei o brilho. Nada mais aprova a bondade da observação.
Nunca deixará de ser Boa noite.
Descobri — ou apenas enxerguei melhor — hoje que tá pra nascer o ser humano que vai conseguir fazer você passar da fase do enjoo.
ResponderExcluirPelo menos espero que seja logo...
Ou seria esse ser humano você mesma?
Se não for, ainda será muito mais que isso pra mim.
R.